Em “Vingadora” (Protector) Nikki, vivida pela excelente atriz Milla Jovovich, é uma “máquina de guerra” em operações especiais. A protagonista entra em lugares que alguns homens a seu comando, pensariam duas vezes antes de fazê-lo.
Mesmo assim, no meio destas batalhas, sempre está em contato com sua filha, Chloe (Isabel Myers). Só que o tempo passa, assim como os melhores momentos do crescimento da agora adolescente, até que ela precisa voltar pra casa, devido ao marido ausente.

A relação das duas – sempre muito carinhosa, amável, quando apenas se comunicavam por celular – muda com a convivência. Chloe, não aceita orientações, é rebelde, e ainda cobra da mãe se agora ela queria ocupar o lugar que perdeu no tempo.
Durante uma saída sem autorização, a jovem vai com as amiga a um bar e se envolve com um rapaz. Até que Nikki descobre a fuga e vai atrás dela, descobrindo que, na verdade, tratava-se de um aliciador de menores, a ponta de uma organização perigosa que faz tráfico de mulheres e de órgãos. É quando começa a perseguição.
Nikki corre contra o tempo, pois sabe que o efeito da droga que Chloe aspirou tem 72 horas para ser revertido, senão ela morre. Imagina uma mãe querendo salvar sua filha. Só isso já seria ação o tempo todo. Agora imagina uma mãe com o poder de combate que ela tem.

O roteiro de Bong-Seob Mun não economiza em socos, tiros, pontapés aqui e ali, bombas, explosões para a protagonista do longa dirigido por Adrian Grunberg tentar chegar a tempo até os envolvidos no sequestro e resgatar sua filha.
O desfecho da trama de “Vingadora” é surpreendente. Se você gosta de aventura, de ação, como os que Milla já encenou, vai adorar seu novo trabalho.
por Carlos Alberto Quintino – especial para CFNotícias
*Título assistido em Cabine de Imprensa promovida pela Imagem Filmes.